Fonte do Concelho

Outubro 9, 2006

 

A referência mais antiga que possuímos relativa à Fonte do Concelho encontra-se nas “Memórias Paroquiais”, de 1758, coordenadas pelo Padre Luís Cardoso e que resulta de um inquérito dirigido a todos os párocos. Neste documento, o pároco de Samora Correia refere a existência de “huma fonte chamada do concelho que suas águas sam boas para os olhos e de que faz menção (…) medicinal”. Temos, assim, que no início da segunda metade do século XVIII, a fonte é a única mencionada, possuindo ainda propriedades terapêuticas. Embora esta constitua a referência documental mais segura sobre a antiguidade da Fonte, as características construtivas que assume remetem para um período anterior, provavelmente para o século XIV, logo num enquadramento de tradição românica.

A fonte é uma construção simples, apresentando um arco em pedra de dimensões regulares, 3,5 metros de largura por 1,55 metros de altura, e tecto abobadado. No interior define-se um tanque com cerca de 70 cm de profundidade encimado pela referida abóbada. É uma construção que não ostenta quaisquer elementos decorativos, de tipo simples e cujos paralelos com outras fontes são frequentes. No entanto, a data de construção é naturalmente atribuível ao momento de fixação e criação deste núcleo urbano o que valoriza a sua existência no contexto da história local.

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Igreja da Misericórdia de Benavente

Outubro 9, 2006

A Igreja do Espírito Santo da misericórdia teve origem numa modesta capela do século XIII. Após numerosas intervenções, das quais se destacam as dos séculos XVI e XVII, a igreja apresenta as características que tem hoje. Neste edifício funcionava o hospital e a roda dos expostos.

Desenvolve-se ao longo do comprimento da rua, possui uma nave central e, no extremo oposto do altar, existe um varandim que comunicava com o Hospital. As paredes são revestidas a azulejos, provenientes do Convento de Jenicó.


Fonte de Santo António

Outubro 9, 2006

 

A Fonte de Santo António, construída no final do século XVIII, constituiu a primeira canalização pública existente na vila. A água era canalizada a partir da Fonte de D.João V, nos Camarinhais, e neste local vinham abastecer-se de água, nas tradicionais quartas de água, a população de Benavente. 


Igreja da Misericórdia de Samora Correia

Outubro 9, 2006

 

A antiga capela do Espírito Santo data do final do século XV início do século XVI. No início do século XVIII foi inteiramente remodelada no exterior, conservando no interior os azulejos, o cadeiral dos irmãos do Espírito Santo e o Retábulo. A partir de então passou a designar-se por Igreja da Misericórdia.


Capela de São Brás

Outubro 9, 2006

São Brás da Barrosa é uma pequena ermida, situada na margem esquerda do Rio Sorraia e distando cerca de 3 Km da aldeia da Barrosa, constituindo provavelmente o seu núcleo original. Em seu torno reúne-se um conjunto de casas térreas e, anualmente, na quinta-feira da Ascensão, a festa de São Brás garante animação e colorido ao local. Instituída pelo Padre António Fernandes de Moura, tesoureiro da Matriz de Benavente, esta capela foi a mais importante entre as várias que se encontravam vinculadas à Matriz. Estamos perante um templo despojado, de uma só nave e de planta rectangular, sendo possível constatar no lavrado da talha elementos que se enquadram de modo perfeito com a talha Maneirista.


Fonte dos Escudeiros

Outubro 9, 2006

 

A Fonte dos Escudeiros, localizada no limite poente do centro histórico de Samora Correia, aparece já referenciada numa planta da vila datada do final do século XVIII. Representaria, provavelmente, um dos locais para abastecimento doméstico de água e no que respeita às características da água, o Aquilégio Medicinal, refere as propriedades terapêuticas para “preservar da pedra e das queixas nefríticas”.


Igreja Nossa Senhora da Oliveira

Outubro 9, 2006

A Igreja Matriz de Samora Correia é consagrada a Nossa Senhora de Oliveira, padroeira da freguesia. A construção existente foi inaugurada em 1721, embora se encontre no local onde existia a primitiva igreja medieval. O interior encontra-se revestido com azulejos, destacando-se dois grandes painéis dedicados a S. Tiago, datados do século XVI e de autor referenciado. O altar-mor é em talha dourada, com imagem da padroeira e, do lado oposto ao da epístola, encontra-se um pequeno retábulo com a imagem de Nossa Senhora do Ó.


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